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1989 - Renasce a Esperança

Em meados de 1989 o mercado apercebe-se da continuação da boa envolvente económica e dos baixos preços atingidos pelas acções, e acontece uma alta súbita, em Julho e Agosto. As cotações sobem cerca de 45%. As estrelas do momento são a maioria das blue-chips como a Marconi, CISF, BPI, BCP, Sonae, Mague, Soares da Costa.

Nessa época, mais e mais pessoas começam a usar os computadores pessoais. Surgem os primeiros livros de Análise Técnica escritos em português, explorando indicadores como as Médias Móveis e o MACD. 1989 é também o ano das primeiras privatizações, Unicer e Tranquilidade, marcadas por grande sucesso.




Note a alta súbita de Agosto de 1989 (dois anos depois da louca cavalgada de 1987!) e o mini-crash ocorrido em meados de Outubro (as cotações caem 15% num dia, a variação máxima permitida nesse ano - tinha mudado de 5 para 15 a partir de fins de 1987...) respondendo a quedas internacionais. Mais uma vez se notou o Efeito Outubro (ou aniversário do crash de 1987). Como se vê, a recuperação desse mini-crash não é consistente, o que permite antever tempos difíceis.

A partir de Janeiro de 1990 as cotações começam a descer e mais fortemente a partir de Março. Essa queda explica-se pelos fundamentais das empresas. Tinham-se tornado baratos em 1988 (com PERs em torno dos 10 para as empresas de segunda linha) mas já estavam algo caros de novo após a alta de 1989. O ano de 1990 é muito mau. Começam a vir os sinais de abrandamento económico. O rebound súbito de Abril não convence e as cotações retomam a trajectória descendente.

(Anterior: Outubro de 1987 a Outubro de 1988 - O Maior Crash da Bolsa Nacional)

(Seguinte: 1990 a 1991 - A Crise do Golfo)