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NAVEGAÇÃO HISTÓRICA

Antiguidades das Cotações, por mercados


Para o ajudar a navegar através da história das cotações, tome nota das antiguidades de alguns registos de cotações.

A) Mercado Português

Veja as primeiras cotações da nossa Base de Dados em 1983. De 1983 a 1985 o número de empresas é pequeno (pouco mais de 20). As empresas mais interessantes neste período são Marconi, Caima, Inapa, CISF, Efacec, Vidago, Torres Novas, Capital Plus (na altura Mabor), F.Ramada, Lisnave, Grão-Pará e Estoril-Sol.

A partir de fins de 1986 surgem muitas mais empresas, numa onda de subscrições públicas que percorreu, então, o mercado. Algumas interessantes novas empresas são BPI, Sonae, Lusotur, Atlantis (na altura Crisal), Imoleasing, Leasinvest, Cel-Cat, Heller Factoring, Finagra.

No decurso de 1987, principalmente a partir do segundo semestre, há uma onda de OPVs sem precedentes no nosso mercado, que faz subir o número de empresas para mais de 150. A maioria destas empresas não tinha viabilidade e muitas faliram nos anos subsequentes. Algumas das mais importantes blue-chips admitidas em 1987: BCP, Sofinloc, Leasinvest, BES Investimento (na altura ESSI), Lusoleasing, Euroleasing, Chemical (na altura Banco Manufacturers Hanover), O Trabalho. Outras empresas interessantes admitidas nesse ano: Madeirense, Somague, Soares da Costa, Engil, Mota & Companhia, Salvador Caetano, Proholding (na altura Proadec), Sonae Indústria (na altura Novopan), Nobre, Valouro, Fisipe, Papelaria Fernandes, Dom Pedro, Mundicenter, Reditus, Soja, Cipan.

Entre 1988 e 1989 mais empresas se juntam à lista. As mais interessantes: Sumolis, Cin, Cerexport, Tertir, Locapor, Corticeira, Lusomundo, ITI, Cinca, Hotelagos, Tâmega, BCI, Citibank, C.P.Cobre, Interlog, Soponata, Modelo, Unicer, Soporcel, Cires, BTA, Jerónimo Martins, BCI, BIC, Lameirinho. As primeiras privatizações ocorrem: Unicer e BTA.

Entre 1990 e 1993, o processo de privatizações acelera o que traz novas blue-chips para a Bolsa: Centralcer, BPA, BES, BCM, Tranquilidade, Mundial Confiança, Império, CPP, BM (na altura UBP). Outras interessantes a entrar: Barbosa & Almeida, Continente, Banif. Falências sucessivas afastam dezenas de pequenas empresas da Bolsa, sobretudo têxteis, alimentares, construtoras e comerciais.

Entre 1994 e 1996, as novas blue-chips a entrar são: Bonança, Cimpor, Portucel, PT, Telecel, BPSM.

Admissões à cotação em 1997: EDP, Brisa, Sonae Imobiliária, Ibersol, Inparsa, Semapa.

Admissões à cotação em 1998: Colep, Lisgráfica, Cofina, Finibanco, SAG

Admissões à cotação em 1999: Teixeira Duarte, Pararede, PTM

Admissões à cotação em 2000: PTM.com, Impresa, Sonae.com, Novabase

Entre 1994 e 2001 há também um grande número de empresas que vão saindo da Bolsa em virtude de OPAs. As OPAs acentuam-se em 1999 e 2000, mas também houve muitas entre 1994 e 1998. De 1991 a 1995 verifica-se também grande número de falências.


B) Mercado Espanhol

Deste mercado temos o histórico desde 1986, sendo que, nesse ano, havia menos de metade das empresas agora cotadas.

C) Índices Internacionais

Pode observar o Dow desde 1910, o que é instrutivo, pois poderá relacionar as suas oscilações com os grandes acontecimentos políticos mundiais. O Índice Geral Madrid está disponível desde 1966. Os outros índices têm antiguidades variáveis, a maioria está disponível desde os anos 90.

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